SEB 10 Anos: Reportagens de A à Z
Entrevistas com os SEBianos:
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Felipe Gruetzmacher

 

PERGUNTAS PARA O SEBIANO


1) Fale um pouco sobre a sua vida (onde nasceu, data de nascimento, onde estudou e em que momento de sua vida entrou em contato com a literatura/poesia/conto/crônica).

Eu, Felipe Emílio Gruetzmacher, nascido no dia 2 de dezembro de 1988 no bairro blumenauense Vila Itoupava, estudo na faculdade de Gestão Ambiental Senai. Fui inserido no universo literário por um mero acaso. Como muitos adolescentes, eu, de vez em quando, escrevia alguns poemas. Como ninguém nunca se interessou, os poemas acabavam virando hóspedes permanentes do fundo da minha gaveta ou ficavam gravados na memória do meu computador. Até o dia em que meu professor de português pôs as mãos nos meus escritos. Contrariando as expectativas, ele falou que tenho talento. Tenho inclinação natural para as letras. Aprofundei-me nesse universo, estou cada dia moldando meu talento. Agora, meus versos não são mais de um adolescente apaixonado. São textos que sempre trazem alguma reflexão. Luto com a minha literatura. A cidade, o país e o mundo precisam do universo literário. O senso crítico é aquilo que move os pequenos a lutar contra as injustiças cotidianas. Isso é a história.

2) Descreva a sua atividade literária antes da SEB (livros, exposições, artigos declamações)

Apenas poucas poesias mandadas para o jornal de Santa Catarina. Também participe de concursos como o “Concurso Público Prêmio Cultural Loucos Pela Diversidade”, “IV Coletânea da Casa do Poeta de Canoas”, “4º Prêmio Construindo a Igualdade de Gênero” e “Concurso Alpas XXI 2009”.

3) Como ficou o seu trabalho de escritor/poeta, depois de ingressar na SEB?

Melhorei e muito. Aproveitei os encontros, reuniões, cursos, palestras e os conselhos dos demais membros.

4) Escreva algumas de suas lembranças da SEB (eventos, reuniões, viagens, homenagens, entre outros

Lembro, principalmente, da amizade dos meus colegas sebianos. Nunca vou esquecer do primeiro dia em que fui numa reunião da SEB, dos cursos para aprender a escrever melhor.


5) Como você pensa a SEB a longo prazo?

Se investirmos nessa idéia, a SEB será um sopro de esperança para a cultura blumenauense. No começo, pensei só que a SEB era um grupo de escritores que enxergam a literatura como pura e simples diversão. Com o decorrer do tempo, percebi que eles investem para melhorar cada vez mais a cultura do povo blumenauense. A SEB precisa investir cada vez mais em cursos e palestras para que nossos escritores consigam melhorar cada vez mais no ofício de escrever. Se divulgarmos nosso trabalho cada vez mais nas escolas, asilos, ONGs, grupos e empresas, os livros, literatura e a escrita serão cada vez mais valorizados. Esse é o primeiro passo para fazer com que nosso povo saiba gostar de ler, escrever, falar corretamente e ter senso crítico.